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quinta-feira, 30 de julho de 2026

Ana Dias Lourenço defende acção colectiva para reforçar a resiliência climática em África


Luanda, 30 de Julho – A Primeira-Dama da República de Angola, Ana Dias Lourenço, defendeu esta quinta-feira, em Luanda, o reforço da acção colectiva para promover a adaptação e a resiliência climática, através da implementação de políticas sustentáveis que assegurem a protecção das populações, a segurança alimentar e a preservação dos recursos naturais.


Durante o lançamento da campanha "Reforçar a Resiliência para Mulheres e Raparigas: Clima, Conflitos e Futuros Sustentáveis", Ana Dias Lourenço, na qualidade de vice-presidente da Organização das Primeiras-Damas Africanas para o Desenvolvimento, destacou os investimentos realizados pelo Executivo angolano para combater os efeitos da seca no Sul do país.


Entre as principais iniciativas apresentadas, referiu a construção de canais de transvase do rio Cunene, sublinhando que as infra-estruturas, algumas já concluídas e outras em execução, representam um importante instrumento para mitigar os impactos da seca e fortalecer a segurança hídrica e alimentar das comunidades beneficiadas.


A Primeira-Dama afirmou ainda que a concretização destes projectos estruturantes tem sido possível graças ao ambiente de paz e estabilidade alcançado por Angola há 24 anos, considerando que este período permitiu impulsionar a reconstrução nacional, consolidar o Estado de Direito e implementar políticas públicas voltadas para a melhoria das condições de vida da população.


Na sua intervenção, destacou igualmente o papel da paz na promoção dos direitos das mulheres e na ampliação da sua participação no desenvolvimento do país. "A paz não consiste apenas no silenciar dos canhões. A paz constrói-se com diálogo e união", apelou.


O lançamento da campanha e a Gala das Primeiras-Damas decorrem em Luanda nos dias 30 e 31 de Julho, reunindo as Primeiras-Damas de Angola, Cabo Verde, Gabão, Guiné Equatorial, Moçambique, República Democrática do Congo, Costa do Marfim, Serra Leoa e Senegal, além do Primeiro-Cavalheiro da Namíbia.


Fonte: Presidência da República de Angola.

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