O número de feridos no terramoto de magnitude 7 que atingiu a região do Tibete, no sudoeste da China, subiu para 65, enquanto o balanço de vítimas mortais permanece em 16, segundo informações divulgadas pelas autoridades locais esta sexta-feira, 23 de Outubro.
De acordo com a agência Reuters, o sismo teve epicentro em Nagqu, uma cidade pouco povoada situada numa zona de grande altitude, no norte do Tibete. O abalo é apontado como o mais forte registado na China desde Janeiro de 2024.
Mais de 300 agentes da polícia foram mobilizados para apoiar as operações de resgate, prestar assistência de emergência, avaliar os danos nas habitações e ajudar os residentes a deslocarem-se para zonas mais seguras.
Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, mais de 12 mil pessoas foram retiradas em segurança das áreas afectadas. Entretanto, o Centro de Redes Sísmicas da China registou 413 réplicas após o abalo principal.
O sismo levou muitos moradores a abandonar as suas casas e a procurar abrigo ao ar livre ou dentro de viaturas estacionadas nas ruas. As autoridades continuam a acompanhar a situação e a prestar assistência às populações atingidas.
O episódio recorda o terramoto de magnitude 7,1 que atingiu Yushu, na província vizinha de Qinghai, em 2010, provocando pelo menos 2.698 mortos e deixando quase 300 pessoas desaparecidas.
Fonte: Reuters.
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