| Fotografia reproduzida |
O Governo angolano está a reforçar as políticas de saneamento como uma das prioridades para melhorar as condições ambientais e a qualidade de vida das populações.
A questão esteve em destaque no workshop “Saneamento como Prioridade Estratégica Sectorial”, realizado em Luanda pelo Ministério do Ambiente, em parceria com o Ministério da Energia e Águas e o UNICEF, no âmbito do FONAS.
O encontro, realizado a 10 de Setembro, reuniu representantes de instituições públicas, organizações da sociedade civil e entidades ligadas à defesa do ambiente.
Durante a sessão, o secretário de Estado para o Ambiente, Iury Santos, revelou que Angola produz diariamente cerca de 19 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos.
Segundo os dados apresentados, cerca de:39% dos resíduos são matéria orgânica;
24% correspondem a plásticos.
Entre os principais problemas identificados estão as lixeiras a céu aberto, a falta de infra-estruturas adequadas para a deposição final dos resíduos, os baixos níveis de reciclagem e a defecação ao ar livre.
O UNICEF reiterou o compromisso de apoiar Angola no desenvolvimento dos sectores de água, saneamento e higiene, considerados fundamentais para a saúde pública, a dignidade humana e a protecção ambiental.
Durante o workshop também foi destacada a educação ambiental como ferramenta para incentivar mudanças de comportamento e envolver as comunidades na resolução dos problemas de saneamento.
Angola possui, desde 2022, uma Estratégia Nacional de Saneamento, aprovada pelo Decreto Presidencial n.º 149/22.
As discussões do FONAS procuram fortalecer a coordenação entre os diferentes sectores e definir medidas capazes de melhorar o saneamento e reduzir a deposição inadequada de resíduos no país.
Na sua opinião, qual deve ser a principal prioridade de Angola para melhorar o saneamento nas comunidades? Comente nas redes sociais da Rádio Zango 8000.
.jpg)
.png)





Sem comentários:
Enviar um comentário