Sabia que partes do cérebro de Albert Einstein foram preservadas e estudadas por cientistas após a sua morte?
Albert Einstein, um dos físicos mais influentes da história, morreu em 1955, aos 76 anos. Após a autópsia, o patologista Thomas Stoltz Harvey retirou o seu cérebro para investigação científica.
O órgão foi posteriormente fotografado, dividido em várias partes e enviado a diferentes investigadores, que procuraram identificar características anatómicas que pudessem ajudar a compreender as capacidades intelectuais extraordinárias de Einstein.
Ao longo dos anos, alguns estudos apontaram diferenças na anatomia do cérebro do físico, incluindo características relacionadas com determinadas regiões cerebrais. No entanto, a ciência nunca conseguiu encontrar uma característica específica que explique, por si só, a genialidade de Einstein.
Também circula na internet a afirmação de que o cérebro permanece conservado numa solução de “etanol e álcool etílico”. Essa descrição é imprecisa, uma vez que etanol e álcool etílico são essencialmente o mesmo composto químico e a história da preservação do cérebro é mais complexa.
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