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domingo, 15 de março de 2026

Rússia diz ter abatido dezenas de drones ucranianos perto de Moscovo



A defesa aérea da Russia afirmou ter abatido dezenas de drones ucranianos nas últimas horas enquanto se aproximavam da capital Moscow, num episódio que volta a evidenciar a intensificação dos ataques aéreos no contexto da guerra com a Ukraine.


De acordo com autoridades russas, cerca de 66 drones do tipo aeronave (UAV) foram destruídos ao longo de aproximadamente 15 horas por sistemas de defesa aérea posicionados na região de Moscovo e em áreas próximas. O objetivo das interceptações foi impedir que os aparelhos atingissem infraestruturas estratégicas na capital.


Moradores de cidades próximas, como Korolev, Istra e Troitsk, relataram nas redes sociais terem ouvido fortes explosões durante a madrugada, o que, segundo especialistas, pode estar relacionado com a destruição dos drones pelas baterias antiaéreas russas.


Até ao momento, não há confirmação oficial sobre vítimas ou danos materiais significativos na região de Moscovo. As autoridades continuam a monitorar a situação e reforçaram os sistemas de vigilância aérea para evitar novos incidentes.


O episódio ocorre num momento em que a guerra entre Rússia e Ucrânia, iniciada após a Russian invasion of Ukraine, continua a provocar ataques com drones e mísseis em diferentes regiões de ambos os países. Nos últimos meses, este tipo de aeronave não tripulada tem sido cada vez mais utilizado em operações militares devido ao seu baixo custo e capacidade de atingir alvos a longa distância.


Especialistas em segurança internacional afirmam que os ataques com drones tornaram-se uma nova frente estratégica no conflito, permitindo atingir instalações militares, depósitos de combustível e infraestruturas logísticas sem a necessidade de operações aéreas tradicionais.


Enquanto isso, autoridades russas prometem reforçar as defesas da capital, numa tentativa de evitar que novos aparelhos consigam penetrar no espaço aéreo de Moscovo.

Fontes: informações divulgadas por autoridades russas e reportagens de meios internacionais como Reuters, BBC e The Guardian.

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