Na madrugada deste sábado, moradores da capital venezuelana relatam uma série de explosões e aviões sobrevoando a cidade pouco antes das 02h00 (hora local), numa operação que pegou grande parte da população de surpresa.
EUA anunciam ataque e capturam Maduro
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nas redes sociais que as forças americanas realizaram um “ataque em larga escala” contra alvos na Venezuela e que o presidente Nicolás Maduro e a sua esposa, Cilia Flores, foram capturados e retirados do país num avião. Segundo Trump, a operação foi conduzida “em conjunto com as forças de segurança dos EUA” e foi um sucesso.
Na sua publicação, Trump prometeu divulgar mais detalhes numa coletiva de imprensa marcada para hoje à tarde na Flórida.
Testemunhas e equipes no terreno relataram que explosões foram ouvidas em vários pontos de Caracas, incluindo áreas próximas a bases militares. Colunas de fumaça e o som de aeronaves de combate foram registados nas primeiras horas da manhã, e diversos bairros ficaram sem energia logo após o início dos ataques.
O governo da Venezuela repudiou a ação americana, qualificando-a como uma “agressão militar gravíssima” contra o território nacional. Em comunicado oficial, autoridades chavistas convocaram a população a se mobilizar contra o ataque e exigiram prova de vida imediata de Maduro e a sua esposa.
Caracas também declarou estado de emergência nacional, com o comando militar prometendo resistir à presença estrangeira e defender a soberania do país.
A ação americana gerou reações imediatas no cenário global:
Rússia e aliados denunciaram o ataque como uma violação do direito internacional e um ato de agressão injustificável.
Alguns líderes da região, incluindo o presidente da Argentina, expressaram apoio à ação ou à captura de Maduro, refletindo divisões profundas no continente sobre a intervenção.
A escalada não aconteceu de forma isolada: desde meados de 2025 os Estados Unidos têm intensificado ações militares e pressões sobre o governo venezuelano, incluindo operações contra suspeitos de tráfico de drogas e movimentação de forças navais na região do Caribe.
Situação ainda em desenvolvimento
Apesar do anúncio feito por Trump, detalhes sobre onde se encontra Maduro neste momento não foram oficialmente confirmados por fontes internacionais independentes. A dinâmica do poder dentro da Venezuela e o status das instituições governamentais ainda são incertos, com líderes opositores e aliados observando os desdobramentos.
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