Questionado sobre se, com a visão que tem hoje da música e da carreira, faria uma faixa com o rapper português, Allen Halloween respondeu de forma direta, afirmando que esse tipo de colaboração não faz parte da sua forma de trabalhar.
Segundo o artista, para existir uma parceria musical é necessário mais do que reconhecimento público ou fama. Para ele, é fundamental existir proximidade e história entre os artistas.
“Para fazer música com alguém, a gente tem que se conhecer. Tem que haver uma história entre nós”, explicou.
Apesar da posição, Allen Halloween fez questão de reconhecer a qualidade artística de Valete, destacando o peso das suas letras e a forma como se posiciona dentro do hip-hop.
“Acho o Valete muito bom naquilo que ele faz. Ele é mais da cena da palavra, da mensagem”, afirmou.
Ainda assim, o rapper sublinhou que desde o início da sua carreira mantém a mesma filosofia: priorizar relações verdadeiras em vez de colaborações motivadas apenas pelo impacto comercial ou pelo mainstream.
“Eu canto com pessoas que conheço mesmo. A parte do mainstream, do que as pessoas vão gostar, não me interessa”, concluiu.
A declaração reacende o debate entre fãs sobre encontros musicais que poderiam marcar o hip-hop lusófono, mas que, pelo menos por agora, parecem improváveis.

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