Joanesburgo, Joanesburgo | África do Sul — Circulou nas redes sociais, esta semana, a alegação de que teriam sido retiradas as acusações contra o cidadão moçambicano detido no processo pela morte do DJ sul-africano Warrick “DJ Warras” Stock. Apurações junto de fontes judiciais indicam, porém, que a informação é falsa: as acusações permanecem válidas e o processo segue em tramitação.
O arguido, Armindo Joaquim Pacula, responde por homicídio no âmbito da investigação ao crime ocorrido em Joanesburgo. A acusação sustenta que há indícios suficientes para prosseguir com o processo criminal, enquanto a defesa prepara requerimentos técnicos sobre provas e procedimentos.
Segundo fontes ligadas ao Tribunal Magistrado de Joanesburgo, não houve despacho de arquivamento nem decisão que retire as imputações. O que ocorreu foram adiamentos de audiências para conclusão de diligências e organização do calendário processual — prática comum em processos complexos.
A narrativa de “retirada das acusações” ganhou força em grupos de mensagens e páginas informais. Autoridades e fontes consulares reforçam que qualquer mudança no estatuto do processo só tem validade quando formalizada em tribunal. Até ao momento, não existe decisão judicial que altere o enquadramento do caso.
O processo é acompanhado de perto tanto em Moçambique quanto na África do Sul, reacendendo debates sobre segurança urbana, violência armada e cooperação judiciária regional.
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O tribunal deverá marcar nova audiência para dar seguimento à instrução.
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A defesa poderá contestar a admissibilidade de provas.
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O Ministério Público segue a consolidar o processo para a fase seguinte.
Em síntese: não procede a informação de que as acusações foram retiradas. O caso continua a tramitar na Justiça sul-africana.
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