António José Seguro parte com clara vantagem nas eleições presidenciais em Portugal - Rádio 8000

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

António José Seguro parte com clara vantagem nas eleições presidenciais em Portugal

 


Lisboa – À entrada da segunda volta das eleições presidenciais de 2026, que decorre hoje, 8 de fevereiro de 2026, os principais inquéritos de opinião colocam o candidato António José Seguro em posição de destaque face ao seu opositor André Ventura.


De acordo com várias sondagens divulgadas nos últimos dias, o candidato apoiado pelo Partido Socialista (PS) tem uma vantagem significativa nas intenções de voto para a segunda volta da eleição presidencial, projetando-se como favorito à vitória frente ao líder do partido Chega, de orientação mais à direita.


Uma sondagem recente da Universidade Católica Portuguesa, realizada com cerca de 1 601 participantes, indica que António José Seguro lidera com uma vantagem clara, reunindo cerca de 67 % das intenções de voto, enquanto André Ventura fica com aproximadamente 33 %, caso as eleições fossem realizadas hoje.


Outro inquérito também aponta para números semelhantes e reflete uma vantagem acima dos 65 % para o candidato socialista, com Ventura a rondar pouco mais de 30 % das intenções de voto.


O apoio a Seguro inclui não apenas eleitores da esquerda e centro-esquerda, mas também significativas transferências de votos de antigos apoiantes de outros candidatos eliminados na primeira volta. Essa dinâmica tem contribuído para reforçar a vantagem do candidato socialista nesta fase final da corrida presidencial.


Especialistas políticos interpretam essa vantagem como reflexo de uma convergência de eleitores moderados e conservadores que preferem um presidente visto como mais consensual e capaz de representar a estabilidade democrática do país, em contraste com o discurso mais polarizador de Ventura.


António José Seguro foi o candidato mais votado na primeira volta, realizada a 18 de janeiro, com cerca de 31 % dos votos, enquanto André Ventura obteve aproximadamente 23,5 %, garantindo a sua passagem para o segundo e decisivo turno.


A eleição presidencial em Portugal tem uma forte componente simbólica e institucional, mesmo sendo um cargo com natureza maioritariamente representativa, pelo que a vitória de um ou outro candidato é vista como significativa para o posicionamento político do país no contexto interno e europeu.

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