A Coca-Cola tem cartazes em praticamente todas as partes do mundo. As operadoras de telefonia promovem constantemente as suas marcas. As empresas de bebidas alcoólicas investem todos os dias em publicidade na televisão, nas rádios e nas plataformas digitais.
Mesmo sendo marcas gigantes e mundialmente conhecidas, elas nunca param de se promover.
Isso acontece porque essas empresas entendem um princípio básico do mercado: quem não comunica, desaparece.
As grandes marcas sabem que o público muda, a concorrência cresce e a atenção das pessoas é disputada a todo instante. Por isso, continuam a investir em marketing, não apenas para vender mais, mas para manter a marca viva na mente do consumidor.
Os artistas precisam aprender com esse modelo.
Um artista não é apenas alguém que cria música, pintura, dança ou qualquer outra forma de arte. Um artista é, acima de tudo, uma marca. A sua obra é o produto, a sua imagem é a identidade e o público são os seus clientes. Se essa marca não for promovida, dificilmente crescerá.
Muitos artistas acreditam que o talento, por si só, é suficiente. No entanto, a realidade mostra que talento sem divulgação é como um produto excelente escondido numa prateleira invisível. Não chega ao público.
Assim como a Coca-Cola, a Fanta, a Cuca e outras grandes marcas, os artistas precisam de consistência, presença constante e estratégia de comunicação. Estar nas redes sociais, nas rádios, nos palcos, em entrevistas e em eventos não é vaidade — é sobrevivência artística.
A promoção não diminui a arte. Pelo contrário, valoriza-a. Quanto mais pessoas conhecem o trabalho de um artista, maior é o seu impacto cultural e social.
Portanto, o artista que deseja crescer deve pensar como uma grande empresa: investir na sua imagem, comunicar de forma contínua e nunca parar de mostrar o seu trabalho ao mundo. Porque, no mercado artístico, assim como no mercado empresarial, quem não aparece, é esquecido.
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